Muito além do alimento: com acolhimento, Dia do Amor ajudou Silvia após enchentes em Porto Alegre (RS)

“As sessões semanais com a psicóloga mudaram a maneira com que Silvia trata a síndrome do pânico, com que convive há cerca de 20 anos. “Eu usava apenas medicamentos. No Instituto, sinto que tenho apoio”, diz.”
Silvia Kviecinski
No Instituto Dia do Amor, Silvia encontrou apoio para enfrentar as consequências da enchente em Porto Alegre e muito mais. As enchentes de 2024 em Porto Alegre foram um duro golpe para a dona de casa Silvia Kviecinski, 59 anos.
Com medo da água que escorria pelo teto, ela e o filho, então com 14 anos, saíram de casa para retornar apenas dias depois. Só então reencontraram o marido dela, Juscelino, que ficou no imóvel para evitar roubos. Silvia viu, ainda, pessoas queridas perderem tudo.
Nessa época, como boa parte da população da cidade, ela passou a ter dificuldades para conseguir alimentos.
O amparo oferecido pela ONG também fez diferença no período pós-enchente. Silvia precisou encontrar forças para lidar com o câncer do marido, que ainda luta contra a doença. Silvia segue firme nas sessões. “Conto os dias para a minha hora com a psicóloga”, diz.
Autor: Redação MOL Impacto