
Tratada pelo GRAACC, Maria Cecília agora estuda para voltar ao hospital como médica

Em 2005, Maria Cecília Rocha, então com 13 anos, foi diagnosticada com leucemia. Moradora de Brasília, ela precisou passar por um transplante de medula óssea três anos depois. Após saber que sua irmã era uma doadora 100% compatível, Maria Cecília foi encaminhada ao hospital do GRAACC, em São Paulo, para seguir o tratamento.
Maria Cecília e sua família foram acolhidos pela instituição. Ela passou por oito meses de tratamento e chegou a ficar internada na UTI em estado vegetativo. A superação veio com o apoio da equipe multidisciplinar, desde os médicos, enfermeiros e voluntários até a administração e ao pessoal da limpeza.
“Cada uma dessas pessoas teve um papel importante na minha cura”, diz Maria Cecília, acrescentando que o GRAACC se tornou uma “segunda família” para ela. “Foi onde vivi momentos muito difíceis, mas onde também tive os momentos mais alegres, como a pega da medula, o sucesso do transplante.”
“O GRAACC foi uma virada de chave. Foi com ele que tudo fez sentido na minha vida. Hoje, aos 33 anos, pretende voltar à instituição, mas, agora, do outro lado, como profissional, oferecendo o mesmo amor e dedicação que recebi.”
Maria Cecília
A experiência a ensinou a valorizar mais a vida. “Um gesto de carinho, um dia bom, um momento de silêncio e paz e, às vezes, um simples momento de poder respirar é suficiente”, diz. Apesar de guardar cicatrizes, Maria Cecília celebra as vitórias: “Cada passo era uma conquista, cada dia vencido, um presente”, resume.
A vivência a inspirou a cursar pediatria para retribuir o cuidado da instituição, nutrindo um olhar humanizado para os seus futuros pacientes.
Autor: Redação MOL Impacto
Gostou dessa história? Confira abaixo sugestões semelhantes!







